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Desvendando a linguagem de Deus

Foi exatamente sobre esse tópico a palestra do dia oito de março dia das mulheres, a palestra abordou os aspectos divinos da existência universal e sua compreensão através da observação lógica e inteligente dos processos naturais. A essa compreensão chamo de “conhecimento esotérico” ou “verdade hermética”, na palestra também a descrevi como o projeto do GADU, ou seja, o projeto da grande “inteligência do universo”.

Abordando as principais técnicas de adivinhação oracular, seus sistemas e origem de forma comparativa e interativa, ficou claro para todos os participantes que os princípios de ativação do divino são sempre iguais e dinâmicos, demonstrando com clareza o princípio de igualdade entre os povos.

A palestra iniciou-se com uma dinâmica ligada à respiração e leitura da mesma segundo as tradições orientais de medicina e a linguagem das carapaças de William Reich. Em seguida passei para a quirologia fazendo a ponte de distinção entre lógia e mancia, abordando planetas e sua influencia nas mãos em diversas áreas da mesma, classificada com os nomes dos mesmos planetas da astrologia. Montes, marcas, sinais, linhas, marca e formatos foram abordados fazendo paralelo com a iridologia xamânica e fisiognomonia primal, a partir daí penetrai nos símbolos de pictografia ancestral e codificação e decodificação de sistemas mágicos de grupo e universal como o tarô, as runas, o i ching, a onirologia, a cleromancia com dados e dominós, a numerologia, os búzios e odús a cafeomância e a teimancia, a cromodinâmica e a cartomancia e a utilização e os aspetos éticos envolvidos em todo o sistema oracular.

Todo o conhecimento provém do aspecto amoroso de Deus, ou seja, de sua essência feminina, a anima mundi ou feminino sagrado, e sua utilização como divinação e não apenas adivinhação promove o despertar dos estados angelicais no indivíduo e por conseqüência em todo o meio que o cerca promovendo o estado de harmonia e eqüidade social.

Elias Bispo IV